• José Tavares

Vacinas COVID 19 e o novo passo ainda por dar

Atualizado: 22 de Dez de 2020




É fantástica a aplicação da nova tecnologia ARNm e o pouco tempo que estas vacinas necessitaram para serem descobertas e disponibilizadas para fazer face a esta pandemia que pôs em sentido e em aflição os homens dos 5 continentes. Era preciso levar rápida e urgentemente às células uma mensagem para se prepararem e poderem defender sem se deixarem ludibriar pelo virus (e por outros virus no futuro). Parabéns aos cientistas, tecnólogos e, porventura, nano-cientistas e nano-tecnólogos e aos patrocinadores públicos e privados que, desta vez, acorreram rápido e em força. Julgo ter sido um verdadeiro trabalho em equipa em que todos deram o máximo que a urgência da situação impunha. Acho, no entanto, como simples amante do filosofar ou amigo da sabedoria, que quando olhamos para a "ferralha" ou "instrumentalia" necessárias para a sua implementação ainda ficam grandes passos por dar. Tudo parece continuar ainda muito amarrado à bioquímica, a moléculas mensageiras que será preciso separar, produzir e injectar por processos tradicionais. O novo e o desejável seria tornar estes processos muito mais simples, imateriais, inteligentes em relação ao levar da mensagem às células através de tecnologias ou nano-tecnologias, porventura, eletromagnéticas, no sentido de programar a mensagem do código do virus por veículos comunicação informatizada distintos e mais expeditos. Será isto possível? Os avanços da ciência e da tecnologia parecem avançar nessa direção e a persistência e o enorme esforço dos cientistas e tecnólogos julgo que também irá continuar e otimizar-se. É este o repto e o novo desafio que aqui gostaria de deixar certo que as boas notícias chegarão mais depressa do que imaginamos para o nosso gáudio de humanos que desejam certamente tornar-se cada vez mais humanos.


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