• José Tavares

Rússia e Ucrânia na Europa e no Mundo

Atualizado: 8 de mar.


Olhando para o mapa do mundo vemos que tudo pode ser diferente na ordem e na convivência global. Mas são precisas uma visão, uma cultura e um entendimento entre os diferentes povos, nos direitos, nas liberdades, no diálogo e no respeito que não sejam palavras vãs e repetidos automática e rotineiramente. Pressupõe para isso repensar a relação entre os povos em moldes distintos e não com base no medo ou na lei da “bala ou da bomba”. Essa não pode ser a atitude nem a civilização do mundo do futuro. Vistas as coisas por este prisma, a Rússia e a Ucrânia têm o seu lugar na Europa e no mundo sem necessidade de qualquer atropelo entre si, mas como nações Irmãs entre outras nações ou estados europeus do norte, do sul, do oeste e do este. Os pactos militares fazem cada vez menos sentido qualquer que seja a sua origem. Deveriam, pelo contrário, prevalecer sempre os valores da pessoa e da liberdade humanas assentes no direito e na ética consciente e democraticamente assumidos por todos os povos, nações ou estados. Isto não é certamente passado, mas poderia ser presente e, sobretudo, futuro se os humanos, no seu desejo profundo de tornar-se mais humanos, o quisessem verdadeiramente.

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